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Entre 1973 e 1977 houve 30 mil desaparecidos políticos da Argentina. Boa parte deles entre 1973 e 1976, ainda em um período democrático. Porque? O desaparecimento político parece ter sido uma arma de biopoder aperfeiçoada por um setor da direita cívico-militar argentina. A figura do desaparecido é tão marcante quanto reveladora sobre essa década, e responder a pergunta do porquê desaparecidos nos permite esmiuçar as engrenagens do conflito social, político e econômico da Argentina nos anos 70. Encontramos donas de casa participando ativamente em barricadas contra a polícia, bolinhas de gude sendo usadas como armas muito efetivas, e praticas de tortura que equiparam os mais terríveis regimes autoritários do século XX.

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As compras públicas são um dos processos mais transversais que existem no setor público, o que permite multiplicar seu poder transformador, quando são inovadas e otimizadas. Com um único esforço, reformula-se a coluna vertebral do estado, podendo espalhar com isso eficiência e eficácia. Trabalhar na melhoria de sua gestão é uma arma central para prevenir tanto os erros humanos quanto a corrupção. Implementar políticas de melhoria da qualidade do gasto público, identificando desperdícios que podem ser transformados em maior capacidade de investimento, é uma ferramenta cada dia mais fundamental.

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As tecnologias digitais estão cada vez mais presentes na vida de todos: em casa, no trabalho, nas escolas, nos meios de comunicação e nas relações sociais. Para que o Brasil possa tirar pleno proveito da revolução digital, colhendo todos os benefícios que a sociedade da informação e do conhecimento tem a oferecer, a economia nacional deve se transformar, com dinamismo, competitividade e inclusão, absorvendo a digitalização em seus processos, valores e conhecimento.

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O governo eletrônico é uma indiscutível ferramenta de cidadania e de aumento da eficiência da máquina pública, o que adquire ainda mais importante no caso de um país emergente como o nosso. O Brasil, contudo, vem se destacando na área de governo eletrônico (ou e-government), sendo hoje uma das principais referências na área, como mostra um recente estudo da ONU, que o classificou como de alta capacitação de e-government, à frente de países como Itália, Japão e Áustria. Várias iniciativas do Brasil, muitas delas pioneiras, servem atualmente de modelo para diversos países, como as da área eleitoral (é o único país no mundo com votação eletrônica em todo seu território) e tributária (recebe praticamente a totalidade de seus impostos de renda pela Internet, além do mesmo ocorrer com o IPVA em São Paulo). Concebido para ser a referência definitiva sobre governo eletrônico, as organizadoras Florencia Ferrer e Paula Santos convidaram as principais autoridades na área em suas mais diversas esferas: pública e privada, do Brasil e do exterior, do governo atual e do anterior, federal e estadual ou municipal. Essa diversidade e o contraponto que reflete fazem da obra o mais completo guia sobre o tema. Cônscio de que a economia digital não é uma opção, e sim, uma tarefa indiscutível dos governos, E-Government: o governo eletrônico no Brasil oferece ao leitor um abrangente histórico dos principais projetos e iniciativas de governo eletrônico no Brasil, assim como mostra as políticas do atual governo e as atuais tendências desse segmento.

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Quando olhamos para um copo metade cheio e metade vazio, podemos encará-lo de duas formas: achar que ele está quase vazio ou apreciar a parcela cheia. Normalmente, quando pensamos em gestão pública - nos políticos, nos gestores e no governo em geral - ficamos com uma sensação ruim, devido ao cenário político que acompanhamos. No entanto, há uma outra realidade que a autora, Florência Ferrer, e seus colaboradores, decidiram trazer a público: a experiência com a gestão pública eficiente, relatando que por meio da tecnologia é possível melhorar processos, reduzindo custos para o Estado, para os cidadãos e para as empresas. Este livro é produto de um trabalho de quantificação e transformação de dados econômicos de boas gestões, que prova o quanto o Estado e a sociedade economizam com boas iniciativas e mostra que os bons gestores públicos navegam contra o vento e a maré para construir um Estado eficiente, remodelado, eficaz e transparente.

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O projeto Agenda i-Brasil 2015, orientado à melhoria do gasto público por meio do incremento do nível de maturidade de governo eletrônico, consiste em uma das ações fundamentais para melhorar a qualidade do gasto público e para a modernização da sua gestão. A avaliação, realizada ao longo de mais um ano de trabalho, é apresentada nesta publicação e traz uma importante contribuição para todos os que militam na área e que buscam a inovação permanente na prestação de serviços ao cidadão. O projeto, desenvolvido em parceria com o Reino Unido e com a participação dos Estados, por meio do CONSAD, apresenta novas práticas e a experiência em países mais avançados em temas relacionados ao uso da tecnologia da informação para incremento da gestão pública, caso do Reino Unido, ajudando os leitores a identificar as ações que precisam ser aprofundadas para que, cada vez mais, sejam prestados melhores serviços em prol da cidadania. A parceria é muito importante, pois teremos acesso a soluções já testadas de atendimento ao cidadão que elevarão nossa condição de oferecer melhores serviços Oliveira Junior, Secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão de Sergipe. A classificação do Espírito Santo em primeiro lugar nessa avaliação internacional é um reconhecimento aos investimentos e ao trabalho que vêm sendo realizados nesta área pelo Governo.

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Entre as várias contradições que um mundo em acelerado processo de integração tem produzido, uma das mais importantes é a da reestruturação produtiva capitalista moldada pela Tecnologia da Informação (TI). Enquanto em uma ponta temos a concentração do que há de mais moderno em tecnologia, gerenciamento e comunicação, na outra vemos crescer um novo mundo, mais amplo e trágico que o do mero desemprego: o dos excluídos. A autora busca acompanhar os passos que levaram o mercado e as sociedades que o integram a esse impasse. Procura montar um mapa das diferentes dimensões da reestruturação produtiva, bem como captar as suas dinâmicas. Analisa, também, os distintos processos de tentativa e erro que essas mudanças tem produzido ao procurar se adaptar a este mundo em integração. Tendo esse contexto como pano de fundo, Florencia Ferrer passa a verificar a dinamização e o impacto das novas tecnologias da informação na reestruturação produtiva capitalista.